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sábado, 27 de setembro de 2014

Dia de vindima

Ao fim de semana acordar a horas de dia de semana.
Miúdos mal humorados por causa disso.
Viagem pela A4 para a quinta.
Os mais velhos dormem.
A pequenita vai acordada.
“Oh pai, isto é normal,
os mais velhos a dormir,
e eu, a mais a nova, acordada?”
[Sim, é normal, pensei, para além de se terem deitado mais tarde, na adolescência as pessoas tornam-se mais vespertinas e menos matutinas - tem a ver com o cortisol].
Chegar cedo, mas já atrasado - a safra já vai adiantada.
As mulheres na cozinha já preparam o lanche da manhã.
Pegar no balde, tesoura de poda e juntar-me ao pessoal.
O sol brilha mas a ramada está molhada.
Restos dos aguaceiros de manhã cedo.
Está lá o mano que não via há meses.
Os cachos que se enrolam no ramo dão luta.
Às vezes ficam esborrachados logo ali,
e o sumo de uva escorre pelas mãos.
Acabou o campo do meio.
Hora da bucha.
Verde branco e tinto,
Chouriço assado, presunto, salsicha fresca e bifanas,
no pão acabadinho de trazer.
De volta, agora ao campo de baixo,
despachado num instante.
Canta-se a “Laurindinha”
e o “Tu só tu, Ana Maria”,
Desta vez o rádio do trator não toca música pimba,
vai dando notícias, o que recebeu o primeiro ministro.
Recolhem-se os últimos cestos,
Os miúdos vão no trator.
Na idade deles ia no carro de bóis.
Eles mesmos tiram os cestos do trator,
“o trabalho em família elevado a um outro patamar!”.
As uvas são despejadas no lagar,
Juntando-se ao “Vu”, os miúdos saltam lá para dentro e pisam;
o sumo de uva jorra pela torneira,
bagaço vai para a prensa,
os homens (alguns) apertam a prensa.
Fica a escorrer.
Lavam-se os cestos,
ainda é vindima!
Os miúdos tomam banho de mangueira.
Hora do almoço - cozido à portuguesa e mesa cheia,
posta cá fora.
Come-se, bebe-se (o verde do ano passado),
Fala-se alto, bem alto, e ri-se, muito.
Vem a sobremesa - o bolo de um aniversário atrasado.
Barriga cheia, bem cheia,
e sentidos algo atordoados pelo álcool.
Começa a dar a moleza.
Caminhada até ao café mais próximo.
A subida custa bem,
o que vale é que no regresso é a descer.
Café cheio, como de costume,
os miúdos um gelado,
e o mano, a Super-Bock gelada,
do costume.
De volta à`quinta,
A mesa já arrumada e a louça lavada,
era o que esperava, confesso!
Deito-me na relva fresca,
a cadela deita-se ao meu lado.
Fecho os olhos,
Oiço ao longe a trovoada que se aproxima.
Sei que vai chover, mas não importa,
enquanto não chove,
aproveito cada segundo daquela eternidade.
E penso:
- “Uau, que dia!
Quando chegar a casa,
vou escrever sobre isto”.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Serão de domingo

O serão de domingo tem tudo para ser um excelente momento de encontro em família. Nesse dia dormiu tudo (ou quase tudo) até mais tarde e, por isso, o "João Pestana" tarda mais em chegar. Para além disso, dá mesmo vontade de prolongar mais o dia, como se esticássemos o fim-de-semana e fizéssemos adiar a segunda-feira o mais possível. A televisão até poderia dar uma ajuda nesse sentido, criando pretextos para que a família se reunísse em torno de um programa de entretenimento. Como me lembro da minha infância e juventude em que um programa de televisão e uma caixa de "sortido fino" eram o motivo para que nos encontrássemos. Mas, atualmente, três fatores fazem com que o risco seja o de que a televisão seja sim pretexto para que cada um esteja no seu canto: 1. a variedade da programação; 2. a multiplicidade de ecrãs; 3. a concorrência e os horários da programação. Há de facto muitos mais canais e as pessoas podem escolher programas que mais se adequem aos seus gostos e interesses. Esta diversidade e o poder de escolher "o quê" e "quando" ver é aliás, uma das grandes vantagens da televisão de hoje. Mas há os "diretos", e os "primeiros" e os "últimos" episódios, coisas que dá vontade de ver naquele momento para que, no dia seguinte, se possa comentar com o pessoal. Ontem, entre uma série de outras coisas, deu o jogo do Porto, o último episódio da telenovela da SIC, o direto e primeiro episódio da casa dos segredos 5. Não questiono sequer a qualidade de cada um destes conteúdos. O que se passa é que, com tantos ecrãs em casa, cada qual pode decidir ir para um ecrã, sozinho, ver o que lhe apetece: vou para o quarto ver um filme no AXN, vou ver a casa dos segredos no PC, fico na sala a ver o Fator X. Os muitos ecrãs fazem aumentar o individualismo e limitam as possibilidades de encontro entre pessoas. E depois há a concorrência e os horários tardios. Os miúdos têm que se levantar cedo na segunda de manhã (e já agora, os adultos também) e não devem ficar até às tantas para saber quem é expulso ou quem é escolhido pelo público ou como acaba um filme que começou à hora em que se devia estar a ir deitar. Com isto, o serão de domingo que poderia ser um privilegiado momento de encontro de família, pode-se tornar um pesadelo e motivo de verdadeiro conflito ou, pior, de resignação, com cada um para o seu lado. Devemos contrariar isto. São os adultos que devem gerir os recursos e as rotinas da família:
- "Só um ecrã vai estar ligado, vamos conversar e discutir qual o programa que vai ser visto, em família" (assim, até podemos decidir o que está vetado!);
- "Às tantas horas vamos para a cama, se o programa não chegar ao fim, vemos amanhã o resto" (afinal uma das vantagens da tecnologia).
Parece bem?

sábado, 20 de setembro de 2014

Olhando as estrelas

Olhando as estrelas aprendi coisas maravilhosas:
- que umas, as azuis, são as mais novas;
- outras, as vermelhas, as mais velhas;
- e que outras, as castanhas, são de meia idade;
- que a que mais brilha é a Sirius;
- que a Polar indica o Norte;
- que juntas formam constelações;
- a que os antigos deram nomes, conforme o que lhes parecia;
- a identificar e a chamar algumas pelo nome;
- as Ursas (maior e menor);
- a Orion (a minha preferida);
- a Cassiopeia (um W que vai girando no céu);
- que o sol, afinal, é bem pequeno;
- e que vai engolir a terra;
- mas só daqui a bilhões de anos (uff");
- que as cadentes, afinal não são estrelas;
- simples "calhaus" do tamanho de bolas de golfe;
- que as vemos melhor se as olharmos de lado;
- que algumas estão a milhares de anos luz;
- o sol a oito minutos;
- que olhar as estrelas é maravilhoso;
- melhor se com amigos;
- melhor ainda, se de costas deitadas numa rocha na serra da Freita,
- ou caminhando numa rua deserta e escura na serra do Gerês.
Amigos e estrelas combinam mesmo bem!

terça-feira, 16 de setembro de 2014

O primeiro dia

Primeiro dia do novo ano escolar. Levantar mais cedo, mas o mais cedo não é cedo o suficiente. E os passos ensonados, apesar de mais acelerados que o costume, também não são rápidos o suficiente. E começa a correria. O cabelo mal penteado, os dentes por lavar, os cereais que ficam na taça, o café entornado na toalha, o lanche ainda por fazer, o computador ainda por arrumar na mochila (e o carregador que não aparece!), e como é o almoço de amanhã, tem de tirar a senha hoje? Com isto, a tempestade que está lá fora é irrisória quando comparada com o furacão que vira do avesso o humor de toda a gente. E o relógio que não deixa de andar. Já são 8:10 e a menina entra às 8:25. Bolas, vai chegar atrasada logo no primeiro dia. Talvez não, talvez não haja trânsito. Mas há, claro! Ainda por cima chove copiosamente. O caminho faz-se devagarinho, muito devagarinho. E parece que toda a gente resolveu meter-se no nosso caminho. "E o papel que trouxeste para preencher, está direitinho?". "Hi, não, esqueci-me". Com a letra mal amanhada vai preenchendo o impresso enquanto o carro avança aos solavancos. Chegamos. Seis minutos de atraso. A professora acabou de entrar com os meninos. E o impresso ainda não está todo preenchido. "Dá cá, eu acabo". Pronto. De puxão sai do carro. Chega ao portão. Esqueceu-se da carteira no carro. Volta atrás a correr. "Isto de ir de carteirinha para a escola ainda vai dar para o torto" (já deu, logo no primeiro dia!). Entrou. Ficou. De regresso ao carro. Uff. Pela primeira vez na última hora, respiro fundo. Percebo que nem tempo para escrever. Amanhã temos que acordar mais cedo!

domingo, 14 de setembro de 2014

Reencontros

Há pessoas que nos passam pela vida e no ajudam a tornar naquilo que somos:
- os colegas da escola, com quem partilhámos a dor das reguadas por cada erro no ditado e dos joelhos esfolhados num recreio mal preparado para as nossas brincadeiras;
- os primos emigrados, que voltavam em cada Agosto, nos traziam chocolates  e castelos de areia, e nos faziam perceber o significado de "família alargada";
- os "irmãos escutas", com quem enfrentámos tantos medos e desafiámos impossíveis;
- a malta do "murinho" lá perto de casa, com quem sentíamos pertencer a um grupo e vivíamos as paixões da adolescência;
- os colegas da faculdade, com quem, entre resumos, noitadas, aulas ensonadas e copianços, partilhámos a tarefa de procurar o conhecimento e com quem desfilámos pela avenida, vestidos de caloiros e de doutores;
- o pessoal do Orfeão com quem aprendemos a dançar, descobrimos novos mundos e novos sentidos para a amizade.
Entretanto, as vidas tomam sentidos diferentes e cada um segue o seu caminho.
Mas, depois, coisa do destino ou da ousadia de algum que o decide enfrentar quando o tempo já começa a ser muito e a saudade aperta, lá estamos alguns de nós, sentados à volta de uma mesa farta, barriguinhas mais inchadas e pele mais enrugada, e uma série de crianças que brincam indiferentes ao que ali está a acontecer. De repente, sem dar por isso, volto a ser:
- a criança que se sente confortável por ter com quem partilhar a dor;
- o menino que saboreia os chocolates trazidos da Alemanha;
- o rapaz que percebe que os impossíveis são para desafiar [não é que o o Tó está mesmo no Gabão?];
- o jovem que sente que tem ali o SEU grupo de amigos;
- o estudante que volta a aprender e que partilha o seu conhecimento com os colegas;
- o orfeonista que dançava, cantava (mesmo que desafinado) e que, depois de uma sangria bem bebida, até vestia toga.
Ui! Estarei a ficar velho?
Não!
Estou vivo,
e rejuvenesço em cada reencontro.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Momentos que ficam

Há momentos que ficam. As chamadas "memórias duradouras" que ficam gravadas a fogo e não se degradam. Não são narrativas, palavras que nos contamos, antes "imagens mentais" que, como tão bem descreve António Damásio no seu "Livro da Consciência", não incluem apenas imagens mas também sons, aromas e sensações corporais, e até uma reposição de estados emocionais. Normalmente relacionam-se com eventos da nossa história ou da História universal que, por tão intensos, adquirem está configuração particular. Foi ontem 11 de Setembro. Já lá vão 13 anos, mas quem não se lembra do que fazia, onde estava, o que ouviu, o que sentiu, no momento em que soube dos atentados? Mas, felizmente, não ficam apenas momentos dramáticos. Há por exemplo, no dia do casamento, o momento em que saímos da igreja e, depois do "banho" de arroz, somos abordados por toda aquela gente a felicitar. Há o nascimento de um filho, o ver o nascer do sol no alto do "Pico", o regresso a casa e o abraço da família depois de um longa viagem. E também há momentos que deliberadamente marcamos como sendo para ficar. Momentos eleitos, aos quais, de forma consciente colocamos uma etiqueta que os classifica como tal. Lembro a primeira vez que percebi que estava a fazer isso - Vila Fernando, num tórrido final de Julho, acampamento dos escutas, quando, já noite a dentro, inaugurávamos com um duche refrescante o engenhoso chuveiro que acabávamos de construir. Lembro bem o momento, mas também o facto de o "etiquetar". Ontem, num cacilheiro, a olhar o Tejo no regresso à Trafaria depois de um dia de fortes emoções, enquanto conversava e lembrava alguns desses momentos, acabei por criar mais um.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Em viagem

Costumo dizer que não gosto de transições, de estar "entre", como dizia Mário de Sá Carneiro. É por isso que detesto esperar. Lembro por exemplo quando andava de autocarro, chegava à paragem e o raio do veículo  tinha acabado de partir. Ficava logo com um grande dilema - "espero ou vou a pé"? Normalmente ia a pé. No entanto, tenho que estar sempre de um lado para outro, a minha vida é feita de transições entre contextos.  Percebi então como resolver este problema - tornar a transição o fim em si. Por exemplo, quando ia a pé para a escola ou para os escuteiros (viagens de uns 15 a 20 minutos), fazia autênticas corridas, mais emocionantes do que as fórmula 1, relatadas internamente ao jeito dos relatos de futebol da Radio Renascença, em que ultrapassava os transeuntes que faziam o mesmo percurso que eu. Mais tarde, quando tinha que ir entre o Centro Dr Leonardo Coimbra e O Fio de Ariana, preferia ir a pé. Esses 56 minutos serviam para fazer um "reset" do emaranhado de emoções do qual saia para ir de cabeça fresca para as sessões que ia ter a seguir. Agora estou em viagem, mas não estou apenas entre Porto e Lisboa. Estou com a Di, a minha "preferida não sei de quê", a ter um dos nossos momentos em que falamos de tudo e mais alguma. Ficam desabafos feitos, questões de trabalho alinhavadas, finalizada (ou nem por isso) a comunicação para o congresso e feita esta crónica.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Sobre a derrota de Portugal frente à Albânia

Assisti ao vivo ao descalabro da nossa seleção nacional frente à Albânia - o meu mano Zé ofereceu os bilhetes e lá fui com o papá, o mano Pedro e o "Cunhas" Miguel. Sim, preferia que tivessem ganho. Mas não importa assim tanto. Falharam os objetivos daquele grupo de trabalho, nomeadamente atletas e treinador, mas não falharam os meus objetivos pessoais. Lá fomos ver a bola, comer a bifana e beber a "b'jeca", fazer parte da "onda" que invadiu o estádio para animar a noite num jogo francamente aborrecido, protestar, assobiar, apupar e outras coisas que não adianta pormenorizar, tanto o árbitro, como os jogadores adversários (confesso que o guarda-redes adversário me estava a tirar do sério com o tempo que demorava a por a bola em jogo em cada pontapé de baliza), como até os nossos jogadores e, no fim, enquanto esperávamos que o trânsito desanuviasse, falar da vida ou, então, simplesmente nada dizer, A seleção perdeu o jogo mas eu ganhei um fim de dia bem passado com algumas das pessoas que mais adoro. Venham mais.

domingo, 7 de setembro de 2014

"Raios e Coriscos"


Por estes dias estive numa destas reuniões. Quem nunca esteve? Começa com um silêncio constrangedor. Sente-se o nervosinho no ar à espera da deixa que funcione como ignição. Depois começam os "raios e coriscos". E tudo serve para arremesso: divergências antigas não resolvidas, vaidades e triunfos pessoais; chavões éticos e morais; galões e conceitos (pseudo)científicos; leis, regulamentos, estatutos e outras regras tantas vezes esquecidos mas que agora surgem como os "10 mandamentos" da organização que precisam de ser protegidos dos hereges que os desafiam. Entretanto alguém, que até tem estado mais por fora, diz: "ei, já repararam que até estão todos a dizer a mesma coisa?". Um súbito silêncio... e lá se volta ao mesmo. Há quem se levante e vá embora. Há quem amue e se cale. Há quem assiste estarrecido - "ups, afinal isto é assim?". Há quem ache que por iluminação divina todos se devem calar para ouvir as suas palavras sábias e colaboradoras. E entretanto esquece-se o objetivo da reunião, os problemas ficam por resolver, as tarefas por dividir e a organização vai definhando. No entanto, todos ficarão de consciência tranquila - a culpa há-de ser sempre do outro. Para uns a culpa é dos déspotas da Direção que são uns arrogantes e incompetentes, só fazem o que lhes apetece e que foram para ali pelo prazer de mandar e para fazer afundar o barco; que antes de ir para a Direção eram uma coisa e agora que foram eleitos são outra. Para os outros a culpa é dos baldas, que nunca fazem nada e só estão ali para atrapalhar e para "ir buscar o seu"; que estão sempre do contra; que quando eram Direção eram uma coisa e que agora que já não o são estão completamente diferentes. Haja paciência!

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

“streamers” e “youtubers”


Ontem, ele (e mais 38388 pessoas), 15 anos, estava a ver um tal de “Lyrik” jogar SIMS 4 no “Twitch”. E ria  como eu ria quando via uma comédia do Jerry Lewis. Ela, 9 anos, via no youtube várias versões da banda sonora do “Frozen”. E cantava e dançava. De vez em quando lá me chamava para ver algum pormenor mais interessante. Durante o dia já tinha visto o último vídeo do “pewdiepie” - um jovem Sueco de 24 anos, de seu nome Felix Kjellberg, dono do canal no youtube com mais de assinantes (mais de 29 milhões). Basicamente faz “gameplays” ou seja, filma-se enquanto joga e vai soltando as suas reações espontâneas (muitas delas no mais vernáculo jargão inglês - e.g. “ei fucking shit”) e coloca os vídeos no youtube. Rapidamente cada um dos seus vídeos  chega à marca dos 4 milhões de visualizações. Ela é uma dos seus “Bros” (forma “carinhosa” como se dirige a quem o vê). Não estamos a falar de fenómenos como os "Porta dos Fundos" ou, numa menor escala, o açoriano "Helfimed", em que se produzem conteúdos (neste caso de carácter humorístico), mas sim de, simplesmente, ver os outros jogar (seja em direto, nos "streams", ou em diferido, no youtube). Isto é bom ou mau? Sinceramente, não sei! Se calhar não tem que ser nem uma coisa, nem outra. Certamente tem coisas boas. Ela, por exemplo, com 9 anos, à custa disto, é absolutamente fluente no inglês. Mas também deve haver riscos. Vou pensar melhor nisto, fazer umas leituras, e voltarei a este assunto. Entretanto, como sempre, nós, pais, devemos manter o nosso papel de mediação - definir tempos e organizar as rotinas; selecionar conteúdos e fazer visionamento partilhado para discutir e refletir sobre o que vai sendo visto.