Assisti ao vivo ao descalabro da nossa seleção nacional frente à Albânia - o meu mano Zé ofereceu os bilhetes e lá fui com o papá, o mano Pedro e o "Cunhas" Miguel. Sim, preferia que tivessem ganho. Mas não importa assim tanto. Falharam os objetivos daquele grupo de trabalho, nomeadamente atletas e treinador, mas não falharam os meus objetivos pessoais. Lá fomos ver a bola, comer a bifana e beber a "b'jeca", fazer parte da "onda" que invadiu o estádio para animar a noite num jogo francamente aborrecido, protestar, assobiar, apupar e outras coisas que não adianta pormenorizar, tanto o árbitro, como os jogadores adversários (confesso que o guarda-redes adversário me estava a tirar do sério com o tempo que demorava a por a bola em jogo em cada pontapé de baliza), como até os nossos jogadores e, no fim, enquanto esperávamos que o trânsito desanuviasse, falar da vida ou, então, simplesmente nada dizer, A seleção perdeu o jogo mas eu ganhei um fim de dia bem passado com algumas das pessoas que mais adoro. Venham mais.

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