sábado, 20 de setembro de 2014

Olhando as estrelas

Olhando as estrelas aprendi coisas maravilhosas:
- que umas, as azuis, são as mais novas;
- outras, as vermelhas, as mais velhas;
- e que outras, as castanhas, são de meia idade;
- que a que mais brilha é a Sirius;
- que a Polar indica o Norte;
- que juntas formam constelações;
- a que os antigos deram nomes, conforme o que lhes parecia;
- a identificar e a chamar algumas pelo nome;
- as Ursas (maior e menor);
- a Orion (a minha preferida);
- a Cassiopeia (um W que vai girando no céu);
- que o sol, afinal, é bem pequeno;
- e que vai engolir a terra;
- mas só daqui a bilhões de anos (uff");
- que as cadentes, afinal não são estrelas;
- simples "calhaus" do tamanho de bolas de golfe;
- que as vemos melhor se as olharmos de lado;
- que algumas estão a milhares de anos luz;
- o sol a oito minutos;
- que olhar as estrelas é maravilhoso;
- melhor se com amigos;
- melhor ainda, se de costas deitadas numa rocha na serra da Freita,
- ou caminhando numa rua deserta e escura na serra do Gerês.
Amigos e estrelas combinam mesmo bem!

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